Termômetro Clinico Digital Gtech Febre Branco Sonoro Adulto E Infantil

Código: TER1
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Termômetro Clínico Digital G-Tech TH150 – Adulto e Infantil

Medição rápida e precisa da temperatura corporal

O Termômetro Clínico Digital G-Tech TH150 é um dispositivo desenvolvido para medição precisa da temperatura corporal, indicado para uso em adultos e crianças.

Verificado e aprovado pelo INMETRO, o modelo oferece praticidade e segurança no monitoramento da temperatura, contando com recursos como alarme de febre, beep sonoro ao final da medição e memória da última leitura.

Seu visor digital de fácil visualização e o design compacto tornam o aparelho ideal para uso doméstico, hospitalar, clínico ou em kits de primeiros socorros.

Principais Benefícios

✔ Medição precisa e confiável Equipamento verificado e aprovado pelo INMETRO, garantindo maior confiabilidade nos resultados.

✔ Fácil leitura da temperatura Possui visor digital de cristal líquido, facilitando a visualização da medição.

✔ Aviso sonoro ao final da medição O beep sonoro indica quando a medição foi concluída.

✔ Memória da última medição Armazena automaticamente a última temperatura registrada.

✔ Resistente à água Equipamento 100% resistente à água, facilitando a higienização.

✔ Alarme de febre Sistema que alerta quando a temperatura corporal está elevada.

Características do Produto

• Termômetro digital clínico

• Ponta de metal para maior precisão

• Beep sonoro indicando o final da medição

• Memória da última medição

• Alarme de febre

• Bateria de longa duração (substituível)

• Design compacto e leve

• À prova d'água

Indicado para medição de temperatura corporal por:

• Via oral

• Via axilar

Pode ser utilizado por:

• Adultos • Crianças

• Uso doméstico

• Clínicas e hospitais

• Kits de primeiros socorros

Como Usar

Uso oral:

- Coloque o termômetro sob a língua, feche a boca e respire normalmente pelo nariz até o término da medição.

Uso axilar:

- Posicione o sensor no centro da axila e mantenha o braço fechado até o término da medição.

Finalização da medição:

-  Ao final da medição, o termômetro emite um sinal sonoro por aproximadamente 10 segundos, enquanto o resultado permanece exibido no visor.

Após o uso, pressione o botão liga/desliga para desligar o aparelho. Caso não seja pressionado, o termômetro desliga automaticamente após aproximadamente 10 segundos.

Especificações Técnicas

Marca: G-Tech

Modelo: TH150

Tipo: Termômetro clínico digital

Faixa de medição: 32°C a 42,9°C

Erro máximo de indicação: ± 0,2°C

Display: visor de cristal líquido

Memória: armazena automaticamente a última medição

Vida útil da bateria: aproximadamente 200 horas

Dimensões aproximadas:

12,3 cm × 1,9 cm × 1,1 cm

Peso aproximado: 10 g (com bateria)

Condições de uso:

Temperatura: 5°C a 40°C

Umidade relativa: ≤ 85%

Condições de armazenamento e transporte:

Temperatura: -10°C a 55°C

Umidade relativa: ≤ 90%

À prova d'água: Sim

Advertências e Cuidados

• Armazenar o produto entre -10°C e 55°C

• Não expor o termômetro a temperaturas extremas, umidade excessiva, luz direta ou poeira

• Evitar quedas e vibrações fortes

• Utilizar o aparelho exclusivamente para medição de temperatura corporal

• O uso do termômetro não substitui a avaliação médica

• Remover a bateria caso o aparelho fique longos períodos sem uso

• Nunca ferver o termômetro

• Limpar o corpo e a ponta com pano umedecido em álcool

• Não desmontar o produto, pois isso invalida a garantia

• Manter fora do alcance de crianças

Diferenciais do Produto

• Equipamento aprovado pelo INMETRO

• Alta precisão na medição da temperatura

• Leitura rápida e fácil

• Compacto e leve para uso diário

• Ideal para uso doméstico e profissional

Garantia do vendedor: 15 dias

Por que entender o termômetro clínico muda o atendimento na prática?

Quando falamos em atendimento seguro, rápido e baseado em evidências, medir temperatura com precisão deixa de ser detalhe e passa a ser um dos pilares do cuidado. Nós trabalhamos diariamente com equipes de saúde, resgate e treinamentos, e percebemos que muitos profissionais ainda veem o termômetro clínico como um item simples, quando, na verdade, ele impacta diretamente o diagnóstico inicial, a tomada de decisão e o registro adequado do caso.

Uma febre mal mensurada pode atrasar a identificação de uma infecção grave. Uma hipotermia não percebida compromete manobras de suporte básico de vida. Tudo começa por uma leitura confiável. Por isso organizamos este conteúdo para ajudar você a escolher a melhor opção e usar o equipamento com máxima eficiência, tanto na rotina quanto em situações de emergência.

Por que o termômetro clínico digital elevou o padrão de segurança?

Nos últimos anos, o termômetro clínico digital deixou de ser um item de luxo para se tornar padrão em muitos protocolos. Motivos não faltam: resposta rápida, redução de erros de leitura, facilidade de higienização e menor risco de contaminação cruzada. Para equipes que atuam em campo, domicílio, ambulância ou em grandes eventos, segundos fazem diferença, e a leitura instantânea ajuda a organizar as prioridades de atendimento.

Quando pensamos em modelos mais modernos, como infravermelhos de testa ou de orelha, a vantagem cresce em ambientes com grande fluxo de pacientes, triagens de pronto-atendimento ou cenários pré-hospitalares. A combinação de precisão clínica com velocidade torna essas versões fortes candidatas à lista de equipamentos indispensáveis no bornal profissional.

Por que escolher entre modelos tradicionais e digitais exige critério técnico.

Na hora de comparar os melhores modelos e definir qual oferece melhor custo-benefício, não basta olhar apenas o preço. Na nossa experiência com equipes de campo e instituições de ensino, alguns critérios sempre se repetem na tomada de decisão:

  •   Tempo médio para obter a leitura.
  •    Facilidade de higienização segura.
  •    Tipo de local de medição preferencial
  •    Resistência para uso frequente.
  •   Autonomia de bateria ou pilha
  •    Leitura em ambientes com movimento.
  •    Visibilidade do visor em baixa luz.
  •    Funções extras, como memória interna.

Quando colocamos esses fatores lado a lado, percebemos que o modelo ideal muda conforme o contexto. Para hospitais, precisão e padronização contam mais. Para socorristas em campo, robustez e rapidez costumam pesar na balança. Nossa recomendação é sempre integrar a escolha do equipamento ao protocolo de atendimento que sua equipe já segue.

Por que o modo de uso interfere mais que a marca do equipamento?

Mesmo um dos termômetros mais caros do mercado pode falhar se utilizado de forma inadequada. Protocolos simples, repetidos com consistência, fazem toda a diferença na prática diária. A partir da nossa convivência com instrutores e socorristas, alguns pontos se tornaram quase um mantra:

  •    Higienizar antes e após cada uso.
  •    Confirmar modo de medição correto.
  •     Evitar medir logo após esforço.
  •    Aguardar estabilização térmica ambiente.
  •     Verificar se o visor está legível.
  •     Padronizar sempre o mesmo local.

Transformar esses cuidados em rotina reduz discrepâncias de leitura entre turnos e profissionais distintos. Em treinamentos de primeiros socorros, sempre sugerimos que a equipe registre não só o valor medido, mas também o local da aferição (axilar, timpânico, frontal), garantindo melhor comparação em reavaliações posteriores.

Por que integrar o termômetro ao bornal muda o cenário na rua?

Quando montamos um bornal de atendimento, pensamos em rapidez de acesso, organização lógica e fluxo de atendimento. O instrumento de aferição de temperatura não deve ficar “esquecido” no fundo da mochila. Na abordagem inicial, após verificação de consciência e respiração, avaliar sinais vitais com sequência estruturada faz diferença, e a temperatura precisa entrar nesse roteiro.

Um erro comum relatado por muitos alunos é considerar o termômetro apenas para cenários de febre evidente. No entanto, em casos de trauma, exposição prolongada ao frio, queimaduras extensas ou vítimas de afogamento, o risco de hipotermia é real. Ter o equipamento bem posicionado no bornal, junto a itens de monitorização básica, ajuda a incorporar essa etapa ao check-list mental do socorrista.

Por que combinar termômetro, kit bornal e máscara de RCP cria um pacote completo

Quando pensamos em montar os melhores kits de atendimento pré-hospitalar, enxergamos o conjunto e não peças isoladas. Um bom conjunto de equipamentos costuma incluir itens para avaliação, proteção do socorrista e intervenção imediata em emergências cardiorrespiratórias. Temperatura corporal alterada pode influenciar diretamente na resposta às manobras de ressuscitação e na priorização de transporte.

Por isso, na hora de comparar opções mais baratas ou mais completas de bornal, recomendamos avaliar se o conjunto contempla não só itens óbvios, como luvas e bandagens, mas também ferramentas de avaliação e dispositivos de barreira para ventilação. Se você deseja estruturar ou atualizar seu kit, organizamos categorias específicas que facilitam a escolha por nível de complexidade do atendimento e frequência de uso. Confira as opções de kit bornal e RCP máscara.

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